Categoria: Diagnóstico Vascular | Autora: Dra. Nelise Marvulo – CRM-SP 129.367 – RQE 46207 | 462071 | Cirurgiã Vascular e Ecografista Vascular


Você recebeu uma solicitação de ultrassom vascular com Doppler e ficou com dúvidas sobre o que é esse exame, se dói, quanto tempo dura ou por que o seu médico pediu? Ou talvez esteja sentindo pernas pesadas, inchaço ou vasinhos novos e queira saber se esse exame é indicado para você. Neste artigo, a Dra. Nelise Marvulo — cirurgiã vascular e ecografista vascular com consultório nos Jardins, em São Paulo — explica tudo sobre o eco Doppler vascular, o exame mais importante para avaliar a saúde das suas veias e artérias.


Índice


O que é o ultrassom vascular com Doppler? {#o-que-e-o-ultrassom-vascular-com-doppler}

O ultrassom vascular com Doppler — também chamado de eco Doppler vascular, duplex scan ou simplesmente mapeamento vascular — é um exame de imagem que combina duas tecnologias:

  • Ultrassonografia (modo B): produz imagens em tempo real das estruturas vasculares — veias, artérias e seus tecidos ao redor.
  • Efeito Doppler: detecta e mede o fluxo sanguíneo dentro dos vasos, indicando velocidade, direção e eventuais obstruções ou refluxos.

O resultado é uma avaliação completa e não invasiva do sistema circulatório periférico — sem radiação, sem contraste e sem dor.

Quando o exame também exibe o fluxo em cores (azul para sangue indo em uma direção, vermelho para a direção oposta), é chamado de Doppler colorido ou duplex colorido. Essa versão facilita ainda mais a identificação de alterações no fluxo.


Para que serve o eco Doppler? {#para-que-serve-o-eco-doppler}

O ultrassom com Doppler vascular serve para mapear e avaliar a saúde das veias e artérias, investigando:

  • A presença de trombos (coágulos) nas veias — diagnóstico de trombose
  • O funcionamento das válvulas venosas — identificação de refluxo e insuficiência venosa
  • A extensão e localização das varizes antes de qualquer tratamento
  • A presença de placas de aterosclerose nas artérias (especialmente carótidas e artérias dos membros inferiores)
  • Aneurismas — dilatações anormais de artérias ou veias
  • A circulação em membros com diabetes ou doença arterial periférica
  • Avaliação do linfedema e lipedema associados a alterações venosas
  • Monitoramento pós-operatório de cirurgias vasculares

Em resumo: é o exame que o cirurgião vascular usa para enxergar o que não é visível a olho nu e traçar o melhor plano de tratamento.


Quais são os tipos de ultrassom vascular? {#quais-sao-os-tipos-de-ultrassom-vascular}

Tipo

O que avalia

Quando é indicado

Eco Doppler venoso de membros inferiores
Veias das pernas (safenas, perfurantes, tibiais)
Varizes, trombose, insuficiência venosa
Eco Doppler arterial de membros inferiores
Artérias ilíacas, femorais, poplíteas, tibiais
Dor ao caminhar, pé frio, doença arterial periférica
Eco Doppler de carótidas e vertebrais
Artérias do pescoço que irrigam o cérebro
Prevenção de AVC, tontura, zumbido
Eco Doppler abdominal
Aorta, artérias renais, mesentéricas
Hipertensão renovascular, aneurisma de aorta
Eco Doppler de membros superiores
Veias e artérias dos braços
Trombose de acesso venoso, síndrome do desfiladeiro
Mapeamento de safenas
Safena magna e parva isoladamente
Pré-operatório de varizes, planejamento de LASER endovenoso

Quando o médico pede esse exame? {#quando-o-medico-pede-esse-exame}

O eco Doppler vascular é solicitado em diversas situações clínicas. Os principais motivos que levam o cirurgião vascular a pedir o exame são:

Sintomas que pedem avaliação urgente:

  • Dor intensa, inchaço súbito e vermelhidão em uma das pernas → suspeita de trombose venosa profunda
  • Dor nas pernas ao caminhar que melhora com repouso → suspeita de doença arterial periférica
  • Pé ou perna frios, com formigamento ou palidez

Sintomas de insuficiência venosa crônica:

  • Pernas pesadas, especialmente ao final do dia
  • Inchaço recorrente nos tornozelos
  • Vasinhos novos ou varizes em progressão
  • Manchas escurecidas na pele dos tornozelos
  • Coceira ou ressecamento da pele nas pernas

Situações preventivas e de rastreamento:

  • Histórico familiar de trombose ou varizes graves
  • Antes de iniciar tratamento para varizes ou vasinhos (escleroterapia, laser endovenoso)
  • Check-up vascular em pacientes com mais de 40 anos, diabéticos, hipertensos ou tabagistas
  • Avaliação antes e depois de viagens longas de avião
  • Monitoramento de pacientes em uso de anticoncepcionais ou terapia hormonal

A Dra. Nelise Marvulo realiza o eco Doppler no próprio consultório, integrando o exame à consulta vascular — o que permite diagnóstico imediato e definição do plano de tratamento na mesma visita.


Como é feito o exame? Dói? {#como-e-feito-o-exame}

O ultrassom vascular com Doppler é um exame indolor, não invasivo e sem radiação. Veja como funciona na prática:

Durante o exame:

  1. Você se deita na maca (ou fica em pé, dependendo do que está sendo avaliado)
  2. O médico aplica um gel condutor sobre a pele da região a ser examinada
  3. O transdutor (o “aparelho” que emite e capta o ultrassom) é deslizado suavemente sobre a pele
  4. As imagens aparecem em tempo real no monitor — o médico avalia estruturas, mede calibres e analisa o fluxo sanguíneo
  5. Em alguns momentos, pode ser solicitado que você faça uma respiração funda, aperte a barriga ou fique em pé — manobras que ajudam a detectar refluxo venoso

Quanto tempo dura?
O exame leva em média 30 a 60 minutos, dependendo das regiões a serem avaliadas e da complexidade do caso.

Dói?
Não. O exame não causa dor. Nenhuma agulha, nenhuma incisão, nenhum contraste injetado.


Precisa de preparo? {#precisa-de-preparo}

Para o eco Doppler venoso de membros inferiores (o mais comum), geralmente não é necessário preparo especial. Algumas orientações gerais:

  • Vista roupas confortáveis e de fácil remoção. Antes de iniciar o exame, a Dra. Nelise fornecerá um shorts descartável.
  • Não use hidratante nas pernas no dia do exame — ele pode interferir na condução do gel
  • Não é necessário jejum
  • Se usar meia elástica, retire-a com antecedência antes do exame
  • Para eco Doppler abdominal (avaliação de aorta, artérias renais), geralmente pede-se jejum de 4 a 6 horas para evitar gases intestinais que atrapalham a visualização

O que o eco Doppler consegue detectar? {#o-que-o-eco-doppler-detecta}

O exame tem alta sensibilidade e especificidade para detectar:

No sistema venoso:

  • Trombose venosa profunda (TVP) — com precisão acima de 95% para veias proximais
  • Insuficiência venosa crônica — refluxo nas válvulas das safenas e veias perfurantes
  • Trombose venosa superficial (flebite)
  • Síndrome pós-trombótica — sequelas de tromboses antigas
  • Mapeamento pré-operatório das safenas magna e parva

No sistema arterial:

  • Placas ateroscleróticas nas carótidas e artérias dos membros
  • Estenoses e oclusões arteriais
  • Aneurismas — dilatações patológicas
  • Doença arterial obstrutiva periférica (DAOP)
  • Avaliação do índice tornozelo-braquial (ITB)

Diferença entre eco Doppler venoso e arterial {#diferenca-entre-venoso-e-arterial}

Embora usem a mesma tecnologia, os dois exames têm focos e técnicas distintas:

Eco Doppler venoso avalia o retorno do sangue das pernas ao coração. Investiga coágulos, refluxo e varizes. É realizado com o paciente em diferentes posições (deitado e em pé) e com manobras de compressão.

Eco Doppler arterial avalia a chegada de sangue ao coração às pernas. Investiga obstruções, placas e aneurismas. A velocidade do fluxo e o padrão das ondas de pulso são os principais parâmetros analisados.

Nos casos de check-up vascular completo, os dois exames são realizados na mesma consulta.


Eco Doppler e varizes: qual a relação? {#eco-doppler-e-varizes}

O eco Doppler é indispensável no tratamento de varizes. Sem ele, o cirurgião vascular trabalha “às cegas”. O exame é necessário para:

Antes do tratamento:

  • Confirmar o diagnóstico de insuficiência venosa
  • Identificar quais veias estão com refluxo e em quais pontos
  • Mapear as safenas e definir o melhor acesso para o tratamento
  • Descartar trombose ativa, que contraindica certos procedimentos

Durante o tratamento:

  • Guiar a escleroterapia com espuma em varizes mais profundas (escleroterapia ecoguiada)
  • Posicionar o cateter no laser endovenoso ou radiofrequência com precisão

Após o tratamento:

  • Confirmar o fechamento das veias tratadas
  • Detectar precocemente recidivas ou trombose pós-procedimento

> Realizar escleroterapia ou cirurgia de varizes sem eco Doppler prévio é considerado inadequado pelos protocolos da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV).


Por que o exame deve ser feito pelo próprio cirurgião vascular? {#por-que-feito-pelo-cirurgiao-vascular}

O eco Doppler vascular é um exame operador-dependente: o resultado depende diretamente da habilidade e do conhecimento de quem realiza o exame. Por isso, o ideal é que seja feito pelo próprio cirurgião vascular que vai tratar o paciente — e não encaminhado a uma clínica de imagem genérica.

Quando o especialista realiza o exame, ele pode:

  • Direcionar a avaliação para os achados clínicos de cada paciente
  • Interpretar os resultados em tempo real e já tomar decisões terapêuticas
  • Integrar o exame à consulta, otimizando o tempo do paciente
  • Identificar achados sutis que só fazem sentido dentro do contexto clínico completo

A Dra. Nelise Marvulo é cirurgiã vascular e ecografista vascular, realizando o eco Doppler no próprio consultório nos Jardins, em São Paulo. Esse diferencial garante que o diagnóstico e o plano de tratamento sejam definidos na mesma consulta, com mais precisão e agilidade.


Perguntas Frequentes {#perguntas-frequentes}

Eco Doppler e ultrassom vascular são a mesma coisa?

Sim. “Eco Doppler vascular”, “ultrassom vascular com Doppler”, “duplex scan” e “mapeamento vascular” são nomes diferentes para o mesmo exame. A diferença está apenas na nomenclatura usada por cada serviço ou médico.

Com que frequência devo repetir o exame?

Depende do diagnóstico. Pacientes em tratamento de varizes ou com insuficiência venosa costumam repetir o exame a cada 6 a 12 meses. Pacientes em uso de anticoagulantes por trombose podem precisar de controles mais frequentes. O cirurgião vascular define o intervalo ideal para cada caso.

Posso fazer o eco Doppler na gravidez?

Sim. O ultrassom não usa radiação ionizante e é seguro durante a gestação. É inclusive muito indicado em gestantes com suspeita de trombose ou varizes sintomáticas.

Ultrassom vascular detecta trombose com precisão?

Sim — o eco Doppler venoso tem sensibilidade superior a 95% para trombose venosa profunda proximal (coxa e pelve). Para tromboses nas veias da panturrilha, a sensibilidade é um pouco menor, e o exame pode precisar ser repetido em 5 a 7 dias se a suspeita clínica for alta.

Onde fazer eco Doppler vascular em São Paulo?

A Dra. Nelise Marvulo realiza o eco Doppler vascular no próprio consultório, localizado no Jardim Paulista (Jardins), em São Paulo. O exame é integrado à consulta vascular, permitindo diagnóstico e plano de tratamento na mesma visita. Também oferece consultas por telemedicina para orientação e encaminhamento.


Agende sua Consulta com Eco Doppler Integrado

A Dra. Nelise Marvulo é cirurgiã vascular e ecografista vascular, com consultório no Jardim Paulista (Jardins) em São Paulo. Realiza o ultrassom vascular com Doppler no próprio consultório, integrando diagnóstico e tratamento de varizes, vasinhos, trombose, lipedema, linfedema e check-up vascular completo.

Possui título de especialista em doppler pela Sociedade Brasileira de Radiologia e de Cirurgia Vascular.

📍 Jardim Paulista (Jardins) – São Paulo, SP
💻 Telemedicina disponível para o Brasil e Exterior


Revisado pela Dra. Nelise Marvulo – Cirurgiã Vascular e Ecografista Vascular – CRM-SP 129.367 – RQE 46207 | 462071 | Cirurgiã Vascular e Ecografista Vascular

As informações deste artigo têm caráter educativo e não substituem a consulta médica. O diagnóstico e tratamento devem ser sempre individualizados por um especialista após avaliação clínica.


 

Varizes são veias que se tornaram alongadas, dilatadas e tortuosas, o que causa uma alteração no funcionamento desses vasos, dificultando o retorno do sangue dos tecidos para o coração. Mais frequentemente acometem as veias das coxas e pernas podendo causar, além de desconforto estético, inchaço, formigamento, dor, sensação de cansaço e peso nas pernas, sintomas esses que frequentemente pioram ao longo do dia, especialmente após permanecer longos períodos em pé ou sentado, nos dias mais quentes e no período próximo ou durante a menstruação e gravidez e que melhoram com a elevação dos membros. É um problema que acomete cerca de 38% da população brasileira e sua incidência aumenta com o avançar da idade. O principal fator associado ao seu desenvolvimento é a herança genética mas outros fatores como hormônios,  gestações, hábitos de vida, obesidade e permanência por longos períodos em pé ou sentado podem contribuir para potencializar o surgimento desse problema. Seu tratamento depende do grau de acometimento das veias, localização, quantidade e expectativas dos pacientes, podendo envolver desde mudanças no estilo de vida (perda de peso, atividades físicas regulares, alterações posturais, etc), uso de medicações sintomáticas, uso de meias elásticas, escleroterapia, laser transdérmico, espuma densa, flebectomia, cirurgia convencional para tratamento da safena ou tratamento das safenas com laser endovenoso. O avanço das técnicas permite hoje um diagnóstico preciso e associação dessas técnicas de forma a termos tratamentos mais eficazes, confortáveis, evitando internações e cirurgias em mais de 80% dos casos e, quando elas são necessárias, o processo é muito menos invasivo, com menos dor, menos sofrimento e rápida recuperação e retorno às atividades habituais!
Vasos da face e do tronco: o processo de envelhecimento, com afinamento da pele, perda de tecido de sustentação do rosto e a frequente exposição solar comumente levam ao aparecimento de vasinhos (e até mesmo veias mais calibrosas) no rosto e no tronco, que causam um incômodo estético importante. Poucas pessoas sabem que é possível tratar esses vasos de modo não invasivo, com o uso exclusivo de laser transdérmico, sem cortes, sem injeções, no próprio consultório, em poucas visitas.

Lipedema é uma condição crônica caracterizada pelo acúmulo desproporcional de gordura, geralmente em pernas e braços, associada a dor, sensibilidade ao toque, inchaço e facilidade para hematomas. Afeta quase exclusivamente mulheres e, muitas vezes, é confundida com obesidade ou linfedema, o que pode atrasar o diagnóstico e o tratamento adequados.

Como cirurgiã vascular, atuo no diagnóstico preciso do lipedema e no acompanhamento individualizado de cada paciente, integrando estratégias clínicas que visam aliviar sintomas, melhorar a circulação, reduzir o desconforto e preservar a qualidade de vida. O cuidado é sempre personalizado, baseado em ciência, escuta atenta e foco no bem-estar global da paciente.

A obstrução do fluxo de sangue dentro de uma veia por um trombo (sangue na forma sólida) caracteriza a trombose venosa. Em geral esse problema acontece por alteração na consistência do sangue, na velocidade de fluxo dele dentro do vaso ou por lesões diretas na parede da veia. Tais situações podem ser encontradas em pacientes acamados, imobilizados, submetidos a cirurgias longas, pacientes que receberam medicações endovenosas, que sofreram algum traumatismo nos membros, que tiveram infecções graves, doenças do sangue, pacientes com câncer ou em tratamentos oncológicos, gestantes ou pacientes em uso de hormônios, etc. A trombose venosa pode causar inchaços, normalmente acometendo apenas um dos membros, de forma súbita, com piora progressiva, sem melhora com o repouso, acompanhado de dor no membro, podendo ter surgimento de vasos mais evidentes sob a pele e alterações na cor do membro, que pode ficar mais avermelhado ou azulado. No entanto, alguns pacientes não apresentam nenhum sintoma desses e a suspeita deve ser feita quando existe a presença de algum dos fatores de risco já mencionados anteriormente. Seu diagnóstico e tratamento são importantes pois, na fase aguda, existe um risco do trombo/coágulo se desprender da veia e migrar para os vasos do pulmão, causando a temida embolia pulmonar, que pode ser fatal. Na fase tardia, a trombose pode evoluir com um quadro chamado Síndrome pós-trombótica, com aparecimento de inchaço, varizes, escurecimento da pele da perna, alterações na espessura da pele e até surgimento de úlceras de difícil cicatrização. O tratamento, na maioria das vezes, é feito em casa com medicações orais denominadas anticoagulantes a fim de evitar o aumento dos coágulos e facilitar a estabilização dos mesmos. Além disso, o uso de meias elásticas de compressão, orientações quanto a correta execução de atividades físicas e cuidados com a pele são fundamentais para uma boa evolução e qualidade de vida!

As causas de dores nas pernas são inúmeras e uma das mais frequentes é a doença venosa (Insuficiência Venosa Crônica). A compreensão dos hábitos de vida de cada paciente, do seu histórico de saúde e comorbidades atuais, bem como um exame físico e ultrassonográfico com doppler detalhado permitem a diferenciação do diagnóstico e a proposta de tratamentos eficazes e possíveis de serem realizados no dia-a-dia de cada um.

Os equipamentos de realidade aumentada iluminam a área de interesse na pele com uma luz infravermelha inofensiva que, devido às suas características, é absorvida pelo sangue . Por causa dessa absorção, uma ”imagem” da posição do vaso pode ser representada na pele da área onde há a maior concentração de sangue (no caso, as veias). Essa representação facilita identificarmos veias nutridoras de vasinhos e telangiectasias, não visíveis a olho nu por estarem sob a pele e não identificadas ao ultrassom por serem muito superficiais e pequenas para serem definidas pela tecnologia ultrassonográfica.

A adequada visualização dessas veias nutridoras facilita a sua punção durante o tratamento, permitindo a identificação do vaso e acompanhamento em tempo real da injeção das substâncias esclerosantes em sua luz, levando a melhor precisão na punção, menor quantidade de punções e mais eficácia no tratamento. Permite, junto com a associação de exame físico adequado e utilização do ultrassom doppler, que todas as veias envolvidas no quadro apresentado por cada paciente sejam tratadas adequadamente.

Outra utilidade da realidade aumentada é facilitar a marcação das veias a serem retiradas nos procedimentos cirúrgicos de tratamento de varizes. Essa tecnologia permite que as incisões sejam feitas com exatidão, minimizando sangramentos, hematomas e cicatrizes, com recuperação mais rápida e excelentes resultados estéticos e funcionais da cirurgia.