Pensar no tratamento de varizes para o verão com antecedência faz toda a diferença.

Faltam poucos meses para o fim do ano — e, com eles, chega o verão. Com o verão vêm as viagens, os vestidos, os biquínis, os encontros e a vontade de aproveitar mais. Para muitas mulheres, porém, essa também costuma ser a época em que o desconforto com vasinhos, varizes, inchaço ou sintomas relacionados ao lipedema começa a limitar escolhas. Por isso, pensar no tratamento de varizes para o verão com antecedência faz toda a diferença.

Neste artigo, explico por que o planejamento antecipado é tão importante quando o assunto é saúde vascular, o que considerar ao pensar no tratamento de varizes para o verão e como estruturar esse cuidado com tempo suficiente para chegar à estação com mais conforto e confiança.


Por que pensar no tratamento de varizes para o verão com antecedência?

Diferente de soluções instantâneas, o tratamento de varizes para o verão — quando bem conduzido — envolve etapas que exigem tempo: avaliação vascular detalhada, eventual realização de exames complementares, definição da estratégia mais adequada, realização do procedimento (quando indicado) e, em muitos casos, um período de acompanhamento e recuperação.

Deixar essa avaliação para as últimas semanas antes do verão reduz as opções disponíveis e pode comprometer os resultados esperados. Por isso, iniciar esse processo com alguns meses de antecedência — como agora, no início do segundo semestre — permite conduzir cada etapa com mais tranquilidade.


Quais etapas envolvem o tratamento de varizes antes do verão?

Um planejamento consistente de tratamento de varizes para o verão costuma envolver:

  1. Avaliação vascular inicial, com histórico clínico e exame físico detalhado;
  2. Exames complementares, como a ecografia vascular com Doppler, quando indicados;
  3. Definição da estratégia de tratamento, entre as diferentes técnicas disponíveis, sempre de forma individualizada;
  4. Realização do procedimento, quando houver indicação;
  5. Período de acompanhamento e recuperação, que varia conforme a técnica escolhida e as características de cada paciente.

Cada uma dessas etapas exige tempo — e é justamente esse tempo que costuma faltar para quem procura avaliação apenas às vésperas do verão.


Liberdade não deveria depender de esconder as pernas

Para muitas mulheres, o verão representa também um período de escolhas evitadas: vestidos, shorts, biquínis e momentos à beira da piscina ou do mar que acabam sendo deixados de lado por desconforto com as pernas. O objetivo do tratamento de varizes para o verão, quando existe indicação clínica, não é atender a um padrão estético específico, mas devolver liberdade de escolha — permitindo que decisões do dia a dia não dependam de esconder sintomas ou inseguranças.


Todo mundo precisa de tratamento antes do verão?

Não necessariamente. Nem toda paciente que procura avaliação vascular nesse período tem indicação de tratamento imediato. Em muitos casos, a avaliação mostra que o acompanhamento clínico é suficiente, ou que pequenos ajustes de rotina já trazem alívio para os sintomas relatados. O importante é que essa definição seja feita com base em uma avaliação individualizada — e não em suposições sobre o que “deveria” ser feito antes do verão.


Como funciona a avaliação para planejar o tratamento com antecedência?

A consulta se inicia com a escuta da história clínica, dos sintomas relatados e das expectativas da paciente em relação ao verão. Em seguida, é realizado o exame físico detalhado das veias e, quando indicado, a ecografia vascular com Doppler, que permite observar o funcionamento da circulação com precisão. A partir desse conjunto de informações, é possível construir, com tempo hábil, uma estratégia de tratamento que faça sentido para o caso e para o calendário da paciente.


O verão está chegando — e ainda há tempo de se preparar

Ainda há tempo de cuidar da circulação, entender o que está acontecendo e planejar um tratamento de varizes para o verão com calma, sem a pressa das últimas semanas antes da estação. Que os seus planos para os próximos meses sejam maiores do que as limitações impostas por sintomas que podem, sim, ser avaliados e tratados.


Agende sua avaliação vascular individualizada

Sou a Dra. Nelise Marvulo, cirurgiã vascular e ecografista vascular (CRM-SP 129.367 – RQE 46207 | 462071), com consultório no Jardim Paulista, em São Paulo, onde ofereço tratamento individualizado para varizes, vasinhos, lipedema, linfedema, trombose e check-up vascular, com ecografia vascular com Doppler. Atendo também por telemedicina, para todo o Brasil e para pacientes que vivem no exterior.

Não trabalho com convênios médicos, mas disponibilizo toda a documentação necessária para que você solicite o reembolso junto ao seu plano de saúde.


As suas pernas estão preparadas para acompanhar tudo o que você ainda quer viver neste verão? Se suas pernas têm impedido você de viver o que deseja, será um prazer ajudar.


 

Varizes são veias que se tornaram alongadas, dilatadas e tortuosas, o que causa uma alteração no funcionamento desses vasos, dificultando o retorno do sangue dos tecidos para o coração. Mais frequentemente acometem as veias das coxas e pernas podendo causar, além de desconforto estético, inchaço, formigamento, dor, sensação de cansaço e peso nas pernas, sintomas esses que frequentemente pioram ao longo do dia, especialmente após permanecer longos períodos em pé ou sentado, nos dias mais quentes e no período próximo ou durante a menstruação e gravidez e que melhoram com a elevação dos membros. É um problema que acomete cerca de 38% da população brasileira e sua incidência aumenta com o avançar da idade. O principal fator associado ao seu desenvolvimento é a herança genética mas outros fatores como hormônios,  gestações, hábitos de vida, obesidade e permanência por longos períodos em pé ou sentado podem contribuir para potencializar o surgimento desse problema. Seu tratamento depende do grau de acometimento das veias, localização, quantidade e expectativas dos pacientes, podendo envolver desde mudanças no estilo de vida (perda de peso, atividades físicas regulares, alterações posturais, etc), uso de medicações sintomáticas, uso de meias elásticas, escleroterapia, laser transdérmico, espuma densa, flebectomia, cirurgia convencional para tratamento da safena ou tratamento das safenas com laser endovenoso. O avanço das técnicas permite hoje um diagnóstico preciso e associação dessas técnicas de forma a termos tratamentos mais eficazes, confortáveis, evitando internações e cirurgias em mais de 80% dos casos e, quando elas são necessárias, o processo é muito menos invasivo, com menos dor, menos sofrimento e rápida recuperação e retorno às atividades habituais!
Vasos da face e do tronco: o processo de envelhecimento, com afinamento da pele, perda de tecido de sustentação do rosto e a frequente exposição solar comumente levam ao aparecimento de vasinhos (e até mesmo veias mais calibrosas) no rosto e no tronco, que causam um incômodo estético importante. Poucas pessoas sabem que é possível tratar esses vasos de modo não invasivo, com o uso exclusivo de laser transdérmico, sem cortes, sem injeções, no próprio consultório, em poucas visitas.

Lipedema é uma condição crônica caracterizada pelo acúmulo desproporcional de gordura, geralmente em pernas e braços, associada a dor, sensibilidade ao toque, inchaço e facilidade para hematomas. Afeta quase exclusivamente mulheres e, muitas vezes, é confundida com obesidade ou linfedema, o que pode atrasar o diagnóstico e o tratamento adequados.

Como cirurgiã vascular, atuo no diagnóstico preciso do lipedema e no acompanhamento individualizado de cada paciente, integrando estratégias clínicas que visam aliviar sintomas, melhorar a circulação, reduzir o desconforto e preservar a qualidade de vida. O cuidado é sempre personalizado, baseado em ciência, escuta atenta e foco no bem-estar global da paciente.

A obstrução do fluxo de sangue dentro de uma veia por um trombo (sangue na forma sólida) caracteriza a trombose venosa. Em geral esse problema acontece por alteração na consistência do sangue, na velocidade de fluxo dele dentro do vaso ou por lesões diretas na parede da veia. Tais situações podem ser encontradas em pacientes acamados, imobilizados, submetidos a cirurgias longas, pacientes que receberam medicações endovenosas, que sofreram algum traumatismo nos membros, que tiveram infecções graves, doenças do sangue, pacientes com câncer ou em tratamentos oncológicos, gestantes ou pacientes em uso de hormônios, etc. A trombose venosa pode causar inchaços, normalmente acometendo apenas um dos membros, de forma súbita, com piora progressiva, sem melhora com o repouso, acompanhado de dor no membro, podendo ter surgimento de vasos mais evidentes sob a pele e alterações na cor do membro, que pode ficar mais avermelhado ou azulado. No entanto, alguns pacientes não apresentam nenhum sintoma desses e a suspeita deve ser feita quando existe a presença de algum dos fatores de risco já mencionados anteriormente. Seu diagnóstico e tratamento são importantes pois, na fase aguda, existe um risco do trombo/coágulo se desprender da veia e migrar para os vasos do pulmão, causando a temida embolia pulmonar, que pode ser fatal. Na fase tardia, a trombose pode evoluir com um quadro chamado Síndrome pós-trombótica, com aparecimento de inchaço, varizes, escurecimento da pele da perna, alterações na espessura da pele e até surgimento de úlceras de difícil cicatrização. O tratamento, na maioria das vezes, é feito em casa com medicações orais denominadas anticoagulantes a fim de evitar o aumento dos coágulos e facilitar a estabilização dos mesmos. Além disso, o uso de meias elásticas de compressão, orientações quanto a correta execução de atividades físicas e cuidados com a pele são fundamentais para uma boa evolução e qualidade de vida!

As causas de dores nas pernas são inúmeras e uma das mais frequentes é a doença venosa (Insuficiência Venosa Crônica). A compreensão dos hábitos de vida de cada paciente, do seu histórico de saúde e comorbidades atuais, bem como um exame físico e ultrassonográfico com doppler detalhado permitem a diferenciação do diagnóstico e a proposta de tratamentos eficazes e possíveis de serem realizados no dia-a-dia de cada um.

Os equipamentos de realidade aumentada iluminam a área de interesse na pele com uma luz infravermelha inofensiva que, devido às suas características, é absorvida pelo sangue . Por causa dessa absorção, uma ”imagem” da posição do vaso pode ser representada na pele da área onde há a maior concentração de sangue (no caso, as veias). Essa representação facilita identificarmos veias nutridoras de vasinhos e telangiectasias, não visíveis a olho nu por estarem sob a pele e não identificadas ao ultrassom por serem muito superficiais e pequenas para serem definidas pela tecnologia ultrassonográfica.

A adequada visualização dessas veias nutridoras facilita a sua punção durante o tratamento, permitindo a identificação do vaso e acompanhamento em tempo real da injeção das substâncias esclerosantes em sua luz, levando a melhor precisão na punção, menor quantidade de punções e mais eficácia no tratamento. Permite, junto com a associação de exame físico adequado e utilização do ultrassom doppler, que todas as veias envolvidas no quadro apresentado por cada paciente sejam tratadas adequadamente.

Outra utilidade da realidade aumentada é facilitar a marcação das veias a serem retiradas nos procedimentos cirúrgicos de tratamento de varizes. Essa tecnologia permite que as incisões sejam feitas com exatidão, minimizando sangramentos, hematomas e cicatrizes, com recuperação mais rápida e excelentes resultados estéticos e funcionais da cirurgia.